O etanol de milho vem ganhando cada vez mais destaque no cenário energético brasileiro. Com produção crescente especialmente no Centro-Oeste, o biocombustível tem se consolidado como uma alternativa complementar ao etanol de cana, ajudando a suprir a demanda interna por combustíveis renováveis.
Segundo dados da União Nacional do Etanol de Milho (Unem), a safra 2024/2025 deve alcançar produção recorde, com mais de 6 bilhões de litros. O crescimento reflete não só o avanço tecnológico nas usinas, mas também o aproveitamento de subprodutos do milho, como o DDG (grão seco por destilação), utilizado na alimentação animal.
Além de diversificar a matriz energética, o etanol de milho contribui para a geração de empregos, o desenvolvimento regional e a redução das emissões de gases de efeito estufa, alinhando-se às metas de sustentabilidade do país.
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